~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~. PERFIL~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.






Danielle
Cidade:.Maceió - AL.
Odeio:Conversar com os gauchos








~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~. ORKUT~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.






ORKUTNOW.COM

RECADOS







~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~. MUSICA~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.







Letras de Músicas







~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~. SITES LEGAIS~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.




.::UOL - O melhor conteúdo::.
.::BOL - E-mail grátis::.









~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~. AMIGOS~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.










~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~. VIDEOS~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.







Desligue o Rádio
MEUS VIDEOS























~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~. HISTÓRICOS~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.





01/05/2008 a 31/05/2008
01/03/2008 a 31/03/2008








~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~. SERVIÇOS~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.












[ Yahoo! ]

busca avançada








~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~. CRÉDITOS~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.




Layout Por







~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~. VOTAÇÃO~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.



Dê uma nota para meu blog








~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~. VISITAS~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.~.





































































































































Este site é dedicado a amiga que fiz pela internet - E que esta amizade dure para sempre - Dado.pag


Essa música é muito especial pra min...
pois ela fala de uma triste realidade... 
Dear Mr. President
Dear Mr. President
Come take a walk with me
Let's pretend we're just two people and
You're not better than me
I'd like to ask you some questions if we can speak honestly

What do you feel when you see all the homeless on the street
Who do you pray for at night before you go to sleep
What do you feel when you look in the mirror
Are you proud

How do you sleep while the rest of us cry
How do you dream when a mother has no chance to say goodbye
How do you walk with your head held high
Can you even look me in the eye
And tell me why

Dear Mr. President
Were you a lonely boy
Are you a lonely boy
Are you a lonely boy
How can you say
No child is left behind
We're not dumb and we're not blind
They're all sitting in your cells
While you pay the road to hell

What kind of father would take his own daughter's rights away
And what kind of father might hate his own daughter if she were gay
I can only imagine what the first lady has to say
You've come a long way from whiskey and cocaine

How do you sleep while the rest of us cry
How do you dream when a mother has no chance to say goodbye
How do you walk with your head held high
Can you even look me in the eye

Let me tell you about hard work
Minimum wage with a baby on the way
Let me tell you about hard work
Rebuilding your house after the bombs took them away
Let me tell you about hard work
Building a bed out of a cardboard box
Let me tell you about hard work
Hard work
Hard work
You don't know nothing about hard work
Hard work
Hard work
Oh

How do you sleep at night
How do you walk with your head held high
Dear Mr. President
You'd never take a walk with me
Would you?
tradução...

Querido Sr. Presidente
Vamos dar um passeio comigo
Vamo fingir que somos somente duas pessoas e
Você não é melhor do que eu
E eu gostaria de te fazer tantas perguntas se pudermos conversar
honestamente

O que você sente quando vê tantos sem-teto nas ruas?
Por quem você reza todas as noites antes de ir dormir?
O que você sente quando se olha no espelho?
Você está orgulhoso?

Como você dorme enquanto o resto de nós chora?
Como você sonha quando uma mãe não teve a chance de dizer adeus?
Como você caminha com a sua cabeça sempre erguida?
Você poderia ao menos olhar nos meus olhos
E me dizer porque?

Querido Sr. Presidente
Você era um garoto sozinho

Você foi um garoto sozinho?
Você é um garoto sozinho?
Como pode dizer
Que nenhuma criança é deixada pra trás
Nós não somos bobos e nós não somos cegos
Eles estão todos sentados em suas celas 
Enquanto você paga uma estrada para o inferno

Que tipo de pai tomaria a propriedade da prórpia filha?
E que tipo de pai poderia odiar a própria filha se ela fosse gay
E eu posso imaginar o que a primeira-dama tem a dizer
Você veio de um longo caminho de uísque e cocaína

Como você dorme enquanto o resto de nós chora?
Como você sonha quando uma mãe não teve a chance de dizer adeus?
Como você caminha com a sua cabeça sempre erguida?
Pode me olhar nos olhos

Deixe-me te dizer sobre trabalho duro
Salário minimo com uma bebê a caminho
Deixe-me te dizer sobre trabalho duro
Reconstruindo sua casa depois que as bombas a levaram embora
Deixe-me te dizer sobre trabalho duro
Construindo uma cama feita de caixas de papelão
Deixe-me te dizer sobre trabalho duro
Trabalho duro
Trabalho duro
Você naum sabe nada sobre trabalho duro
Trabalho duro
Trabalho duro
Oh

Como você dorme a noite
Como você anda de cabeça erguida
Querido Sr. Presidente
Você nunca daria uma passeio comigo
Você iria?



Escrito por srta D@ny...! às 23:25:00
[] [envie esta mensagem]






Escrito por srta D@ny...! às 21:07:22
[] [envie esta mensagem]




  
                         

 
Aos jovens jornalistas
Existem momentos, na vida de todos nós, em que o tempo parece se interromper. O que era, deixou de ser. O que será, ainda não é. O passado terminou, o futuro não começou. O presente, assim, assume as características do eterno. As formaturas exprimem esses momentos. Ao entrar neste auditório, vocês deixaram de ser estudantes. Não são mais universitários. Quando saírem, diplomados, serão jornalistas, radialistas, publicitários, cineastas. Deixaram de ser e ainda não são, enquanto aqui estivermos.
Vamos então aproveitar esses momentos eternos para, pela última vez juntos, praticarmos o que durante anos, nos bancos escolares, tornou-se o nosso desafio. Vamos continuar questionando. Vamos cultivar a dúvida. Vamos contestar mitos e desfazer verdades absolutas. Vamos destruir ilusões, mesmo sem afastar os sonhos.

Porque essa é a função primeira e a proposta maior do Jornalismo: opor os fatos aos mitos; confrontar as verdades absolutas com a dinâmica do tempo; arremessar a vida contra as ilusões. No exercício da nossa profissão, do princípio ao fim, são os fatos que devem pautar nosso trabalho; a realidade, que deve orientar nossos objetivos; a vida, que nos ensinará por onde seguir. Os fatos, a realidade e a vida constituem o Deus que devemos reverenciar. As ilusões, as verdades absolutas e os mitos, o demônio que precisamos exorcizar.

Nosso tempo é curto, nesta noite. Vamos ficar em nosso próprio mundo, a Universidade. Ao contrário do que muitos pretendem, a Universidade não é uma simples matriz de mão-de-obra qualificada para a sociedade. A Universidade jamais será um forno produtor de pão para a mesa das elites.

é claro que vocês se prepararam para trabalhar nos jornais, nas revistas, nas emissoras de rádio e televisão, na frente e atrás das câmeras e dos microfones. Estão capacitados, até mesmo, para enfrentar esse estranho cipoal cibernético de e-mails, sites e sucedâneos. Também estão prontos para exercer o magistério.

Muito mais do que auferir salários nos veículos de comunicação, porém, vocês estão aptos para questioná-los, renová-los, reformá-los e até revolucioná-los. Porque este é o sentido maior de uma Universidade: jamais uma instituição para servir aos poderosos ou para subordinar-se ao establishment. Nunca uma instituição condenada a curvar-se aos detentores do poder, seja esse poder de que tipo for, político, econômico, administrativo, sindical, social, cultural ou artístico.

Uma Universidade existe para questionar o mundo à sua volta, tanto quanto para revolver as entranhas do universo situado dentro de nós mesmos. Significa um centro de não aceitação, um núcleo de rejeição, uma trincheira de contestação de teorias, doutrinas, ideologias e modelos. Somos um continente de divergências, um oceano de dúvidas, um vulcão em ebulição permanente, mesmo, com certa ironia, quando postados na placidez das salas de aula e no silêncio das bibliotecas.

Lembro uma história do início do século passado. Havia, na Sorbonne de Paris, um luminar catedrático de Física, o professor Lipmann, que todos os anos era convidado para patrono dos formandos. Ele sempre se dirigia aos jovens que haviam estudado Física dizendo ter pena deles, porque tinham perdido o seu tempo. Concluía, acentuando que aqueles alunos tinham estudado uma ciência pronta, acabada, arrumada e empacotada. Nada haveria a pesquisar, nada a descobrir.

Pobre professor, que morreu antes de saber da existência de Einstein, da Física Quântica e de quantas descobertas que continuam revolucionando o mundo.

Em vez de sentir pena de vocês, que terminam o curso de Jornalismo, sinto uma profunda inveja. Vocês começam onde eu termino. Vocês irão muito mais adiante na tarefa de revolucionar, reformar, renovar e questionar o Jornalismo, que longe de estar pronto e empacotado, encontra-se em permanente mutação.

Não deixo conclusão alguma. Nos anos em que convivemos, espero ter demonstrado que, como vocês, fui uma permanente cascata de dúvidas. Uma fonte de rebeldia. Deixo-lhes apenas algumas exortações.

Rebelem-se contra o preconceito dos que resumem a vida a um sistema único. Insurjam-se diante de ideologias que apregoam ter respostas para todas perguntas. Sacudam a poeira da intolerância dos que apresentam o ser humano como conjunto químico dotado de inteligência, que se acaba com a morte.

Mas releguem ao lixo da História a afirmação de que devemos nos conformar com a injustiça e o sofrimento, para recebermos a compensação em outra vida, cuja existência ignoramos.

Levantem-se contra a ditadura das teorias, tanto quanto contra a teoria das ditaduras. Cultivem o senso grave da ordem e o anseio irresistível da liberdade. E creiam no poder da razão, pois dela nasce a liberdade; da liberdade a justiça; da justiça, o bem comum; e deste o amor. O amor, de dimensão imensurável, a derradeira oferta do indivíduo à sociedade. E de um professor a seus alunos. Adeus.

(Discurso do prof. Carlos Chagas, aposentado depois de 25 anos lecionando "ética" no curso de Jornalismo da Universidade de Brasília, pela 38ª vez escolhido Patrono ou Paraninfo das turmas de formandos)

Fonte: Tribuna da Imprensa

Sem palavras...ele já falou tudo!




Escrito por srta D@ny...! às 20:33:34
[] [envie esta mensagem]




vamos discutir um pouquinho...      

emo é um estilo ou um transtorno?                          

pesquisando várias matérias,sobre os EMOS ,eu tive curiosidade em entendê-los,fiz algumas definições para essas pessoas de estilo,e comportamentos diferentes. abaixo eu postei umas matérias q explica um pouco de suas atitudes e comportamentos...

ser emo é:

 

 Gostar de música emocore. O estilo mescla a batida hardcore com letras românticas e poesias adolescentes
 Viver na internet e no Orkut. Todas as bandas emo brasileiras colocam suas composições em sites
 Ser emotivo. Os emos choram ouvindo músicas que falam de amores
perdidos e rejeição dos pais
 Dar demonstrações explícitas de carinho. Meninos e meninas se beijam, se abraçam em público, seja com pessoas do sexo oposto, seja com as do mesmo sexo
 Aceitar a opção sexual do outro sem preconceitos
 Criticar pessoas violentas. Bater é altamente reprovável entre os emos
 Escrever diários, poesias e músicas. Isso vale para meninas e meninos
 Usar roupas que mesclam a rebeldia punk com os ícones infantis. Meninas e meninos usam rosa
 Usar cabelos lisos com enormes franjas no rosto. Usadas somente de um lado, denotam certa ambigüidade sexual
 Não curtir drogas
 Lutar por um mundo sem violência, em que um dia todos se abracem sem parar.

algumas opniões sobre....

Foram-se os dias das patricinhas, dos góticos e neo-hippies. A nova tribo que está tomando conta das ruas das grandes cidades brasileiras são os emos. O nome vem de emotional hardcore, vertente do punk que mescla som pesado com letras românticas. Mas o que distingue os emos não é só a música, e sim as atitudes. Eles têm entre 11 e 18 anos e, nas roupas, são capazes de misturar as botas do punk, o colar de Wilma, a mulher de Fred Flintstone, e uma camiseta com a gatinha Hello Kitty. Não escondem os sentimentos, expressam abertamente suas emoções, preconizam e praticam a tolerância...emo é um estilo derivado do hardcore,que influênciou os costume,comportamentos e a estética da galera que curte!           

No meu ponto de vista,é uma forma que essas pessoas tem de manifestar suas emoções,sensibilidades,dúvidas...mas também acho que não é necessariamente obrigado a um ser manter suas depressões,com atos que chegam a prejudicarem a si próprio...

O q explica machucar seu corpo,ou cortar seus pulsos?será que as atitudes de um EMO são corretas?

O estilo pode predominar,as emoções podem permanecerem afloradas,condenarem a prática da violência,mas e o amor-próprio?a violência em si mesmo,num é um transtorno?...acho que tudo isso poderia ser analisado,pelos jovens que se dizem tal...não deixar extinguir os estilos,o comportamento quanto a sensíbilidade,mas pararem pra analisar que alguns de seu comportamentos deprêssivos,insatisfatório,poderiam interferir dolorosamente em suas vidas...A geração Emo pode SIM transformar esse suposto transtorno em uma prática boa,através de suas sensíbilidades...e comportamentos! afinal quem não tem um pouquinho de EMO dentro de si???rsrsrs 

 

 

  



Escrito por srta D@ny...! às 18:41:38
[] [envie esta mensagem]




 

Meu cantinho...rsrs

olá!

  aqui é o lugar,que eu escolhi para matutar na minhas horas vagas...rsrs. falar um pouco das coisas que me interessam,dos assuntos que me afligem;das coisas que me dão alegrias;tristezas...enfim de tudo um pouco!rsrsrs

                                              
       

 



Escrito por srta D@ny...! às 14:25:30
[] [envie esta mensagem]




Não quero imitar,Deus ou coisa assim...  



Escrito por srta D@ny...! às 21:06:25
[] [envie esta mensagem]




tudo a gente faz...tudo mesmo!

tudo a gente faz...                     

A paz não existe;a gente faz.                       

A guerra não existe;a gente faz.

O bem não existe;a gente faz.

O mal não existe;a gente faz.

O amor não existe;a gente faz.

A caridade não existe;a gente faz.

A tristeza não existe;a gente faz.

A crueldade não existe;a gente faz.

A solidão não existe;a gente faz.  

A fé não existe;a gente faz.

Ora,se tudo isto

A gente faz;vamos fazer mais amor...muito mais amor...

    vida amor e poesias.

 



Escrito por srta D@ny...! às 19:30:14
[] [envie esta mensagem]